domingo, 15 de abril de 2018

NOTA DE FALECIMENTO


Faleceu neste domingo (15/04), o senhor BENEDITO ALVES LEME DO SANTO, (conhecido carinhosamente por Dito Alves), com 93 anos de idade, morador no Bairro Santa Cecília.

Seu corpo esta sendo velado no Velório Municipal, Bairro Centro de Pilar do Sul.

Seu sepultamento se dará nesta segunda-feira (16/04) às 09:00 hrs. no Cemitério Municipal São João Batista, no Bairro Centro de Pilar do Sul.

À família enlutada as nossas condolências.

sábado, 14 de abril de 2018

NOTA DE FALECIMENTO





Faleceu neste Sábado (14/04), o senhor JOSÉ VIEIRA (conhecido carinhosamente como Zezito), pai da Sônia Cabeleireira, com 68 anos de idade, morador no Bairro Santa Helena.

Seu corpo estará sendo velado no Velório Municipal, Bairro Centro de Pilar do Sul.

Seu sepultamento se dará neste sábado (14/04), às 17:00hr, no Cemitério Municipal São João Batista, Bairro Centro, Pilar do Sul.

A família enlutada as nossas condolências.


terça-feira, 10 de abril de 2018

Cachorro é esquecido na cavalgada




Este lindo cachorro esta caído no bairro dos ferreiras desde o ultimo domingo (09/04).

Segundo informações, ele deve ter se perdido de seu dono, durante a cavalgada da água santa.

Por favor quem souber a quem pertence avise que o cachorro esta pra cima da ponte dos Ferreiras e que seja resgatado urgentemente, deve estar ferido.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Cachorrinho desaparece do Bairro Jardim Colina


Este cachorrinho da raça Vira Lata, atende pelo nome de Nego, porte pequeno, esta desaparecido desde o ultimo dia 07/04, da residência no Bairro Jardim Colinas.

Nego escapou com a corrente.

Se alguém o encontrou por favor entrar em contato com Juninho Moraes ou com Amanda pelo telefone  99707-9843. 

A família esta sofrendo muito a ausência do seu amiguinho e pede por favor quem encontrou que devolvam.

Lembrando sempre: Ficar com animais que não lhes pertence é considerado crime e você responde criminalmente pelo ato. 

sábado, 31 de março de 2018

Centro de Controle de Zoonoses confirma morte de mais quatro macacos por febre amarela em Pilar do Sul





O Centro de Controle de Zoonoses de Pilar do Sul (SP) confirmou nesta sexta-feira (30) mais quatro mortes em macaco por febre amarela no município.

Segundo o órgão, os animais morreram em março deste ano no bairro do Pinhalzinho. Com a confirmação, subiu para seis o números de casos de macacos com febre amarela.

O primeiro caso por febre amarela foi confirmado em um macaco encontrado morto no Bairro Paineira no fim de janeiro.

Ainda de acordo com o Centro de Zoonoses, até o momento 47 macacos foram encontrados mortos nos bairros Paineira, Caxangá, Cananéia e Pinhal.

Vacinação
A Secretaria de Saúde do município informou também que 90% dos moradores já estão vacinados contra a febre amarela. Quem ainda não se vacinou, deve procurar os postos de saúde da cidade.

Quartas-feiras - PAM I Cecília Urias De Moura (Nova Pilar)
Quintas-feiras - Centro de Saúde Terezinha de Mores Arsilla (Campo Grande)
Sextas-feiras - Centro de Saúde Helena de Proença Lacerda (Centro)

A Secretaria de Saúde informou também que, na próxima segunda-feira, (2/04) será realizada uma campanha de vacinação no Posto de Saúde da Portaria da Cananeia,  das 8h às 12h. Quem ainda não se vacinou deve procurar a unidade de saúde e realizar sua vacinação para garantir sua saúde.

Fonte: Dados colhidos do G1 Itapetininga e Região

sexta-feira, 30 de março de 2018

Pilar do Sul esta orgulhosa de ser representada no exterior



O Pilarense Juliano Aparecido Jorge (Contramestre Castor), de 30 anos de idade, esteve nos dias 23, 24 e 25 de Março do corrente ano, em Bogotá na Colômbia a trabalho para ensinar a Capoeira, arte essa considerada Patrimônio Cultural Imaterial da humanidade.

Ali foi realizado o evento “PALEN QUILOMBO WORKSHOP”, com diversas aulas, bate papos e rodas de Capoeira com convidados especiais, entre eles estavam o Contramestre Castor da cidade de Pilar do Sul/SP e a Professora Luane da cidade de Osasco/SP.

“Fico muito feliz por receber esses convites para levar a nossa cultura brasileira e o nome de nossa cidade para o mundo. Tudo começou como uma brincadeira, hoje é a minha profissão, se não fosse a Capoeira talvez não tivesse conhecido nem mesmo os estados do Brasil, quanto mais outros Países, e tudo isso devo aos meus Mestres Paulo e Suassuna.” desabafa Castor.

Neste ano, além de outras cidades e estados do Brasil o Contramestre Castor viajará para Moscou e São Petersburgo/Rússia no mês de Maio e para Quito/Equador no mês de Junho onde novamente ministrará workshops de Capoeira.

Os Pilarenses só podem desejar ao Contramestre Castor sucesso e agradecer por estar representando Pilar do Sul levando ao mundo o brilhantismo e o profissionalismo da arte da Capoeira.


Aprenda mais sobre a Febre amarela Como proteger bebês? O que é vacina fracionada? Quais os sintomas?


Dose da vacina foi dividida para garantir imunização (Foto: André Borges/Agência Brasília)

Com novos casos registrados esse ano, e as mortes em São Paulo, novidades em relação à febre amarela ocuparam o noticiário nos últimos dias.

A principal delas foi a adoção da dose fracionada nos estados de São Paulo, Bahia e Rio de Janeiro em que uma dose antes destinada a uma pessoa será dividida e aplicada a pelo menos quatro.

Não há motivos para alarde, mas o Ministério da Saúde está adotando ações preventivas e aumentando os municípios que receberão a vacina, já que grande parte da população não está imunizada.

A vacinação era mais comum em regiões de risco, como o Norte. Com a chegada do vírus em áreas antes não afetadas, como o Sudeste, a vacinação de urgência se fez necessária e dúvidas sobre esse novo cenário podem surgir: como a proteção naqueles que não podem tomar o imunizante e a eficácia da dose dividida.

Para esclarecer algumas questões, o G1 consultou a Fiocruz, o Ministério da Saúde e os infectologistas Marcos Boulos, coordenador de doenças do estado de São Paulo, Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e Artur Timerman, presidente da Sociedade Brasileira de Dengue e Arbovirose.
Confira abaixo.

Onde a vacina está disponível?
Apesar dos novos casos, a forma circulante da febre amarela é a silvestre (originária de matas) e, por isso, o Ministério da Saúde está fazendo campanhas de vacinação apenas em regiões de risco.

Com novos casos e mortes, no entanto, o imunizante está sendo ofertado em novos municípios; e, em alguns lugares, como em São Paulo, a vacina será ofertada em todo o estado.

Pacientes formam fila em unidade de saúde do ABC para tomar vacina contra a febre amarela (Foto: Glauco Araújo/G1)

Quem pode tomar a vacina?
Crianças a partir de nove meses e adultos até 59 anos.

Quem pode tomar com restrições?
- Pessoas acima de 60 anos e gestantes só devem receber o imunizante se não apresentarem nenhuma contraindicação e estiverem muito próximas a locais com casos relatados;

- Indivíduos com HIV/Aids também podem desde que não apresentem imunodeficiência grave. Para isso, deve ser feito exame para contagem de CD4 (células de defesa), informa a Fiocruz;

- Mulheres que estão amamentando devem suspender o aleitamento materno por 10 dias após a vacinação.

Quem não pode tomar a vacina, mesmo estando em regiões de risco?
Crianças menores de nove meses. Pessoas com câncer, indivíduos que passaram por transplante e pessoas com alergia grave ao ovo. Todos com deficiência no sistema imune também devem consultar um médico.

Como proteger bebês com menos de nove meses e pessoas que não podem tomar a vacina?
- Nesses casos, devem ser utilizados métodos para evitar picadas de mosquitos e, no caso de viagem para área de risco, analisar a possibilidade de adiamento;

- Para quem mora em região de risco, o uso de repelentes, telas de mosquito, blusas de manga comprida e calças, além da manutenção de portas e janelas fechadas podem ajudar a evitar a exposição.

Vale lembrar que o repelente é contraindicado para crianças menores de seis meses, que devem ser mantidas todo o tempo em ambientes protegidos por telas e mosquiteiros em regiões de risco, informa o Ministério da Saúde.


O que é dose fracionada?
O Ministério da Saúde divulgou que os estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo vão adotar a dose fracionada da vacina da febre amarela.

Trata-se da divisão da dose antes aplicada: a dose padrão contém 0,5 ml e a versão dividida passa a ter 0,1 ml.

Com isso, uma vacina que antes era destinada para uma pessoa pode ser aplicada em quatro indivíduos – podendo chegar a cinco.

A dose fracionada protege da mesma forma que a padrão?
Estudos da Fiocruz demonstraram que 0,1 ml da vacina (dose fracionada) garante imunidade contra a febre amarela por oito anos.

O período corresponde ao tempo de acompanhamento de pessoas que receberam a vacina em estudo. Com o passar dos anos, pode ser que a vacina tenha um período maior de eficácia.

Quanto à dose padrão, já se sabe que uma única dose protege para a vida inteira.

Por esse motivo, o Ministério da Saúde não descarta que aqueles que receberam a dose fracionada tenham que voltar para um reforço, mas isso vai depender de estudos a longo prazo.

Presidente da Fiocruz explica a eficácia do fracionamento da vacina contra febre amarela

Essa dose já foi aplicada antes? Ela é segura?
A dose fracionada ajudou a controlar um surto de febre amarela em Angola, em 2016. No Brasil, no entanto, é a primeira vez que a dosagem de 0,1 ml é adotada.

Estudos da Fiocruz também atestaram que a dose é segura. "Temos dados de estudo e uma aplicação real da vacina que mostram sua eficácia e segurança", diz Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

"É normal que, com o avanço do conhecimento, as doses diminuam... isso aconteceu com quimioterápicos e com o anticoncepcional, por exemplo, que tinham bem mais hormônios quando primeiramente utilizados", diz Kfouri.

Por que algumas pessoas vão tomar a dose fracionada e outra não?
Crianças de 9 meses a até 2 anos, pessoas com condições clínicas específicas (como pacientes com HIV/Aids), gestantes e viajantes internacionais vão continuar tomando a dose padrão.

Isso ocorreu por dois motivos: a eficácia da dose fracionada não foi estudada nessas populações e elas já não respondem muito bem à dose padrão.

No caso de viajantes, não há uma regulamentação internacional para a dose fracionada - por isso, o governo continuará adotando a dose padrão nesses casos.

Já tomei a vacina padrão, mas faz mais de 10 anos. Preciso tomar um reforço?

Não. O Ministério da Saúde adotou em abril o padrão da OMS de dar a vacina padrão apenas uma vez, sem o reforço após dez anos que antes era recomendado. "Quem já tomou, é uma dose na vida, não há necessidade de repetição", explica a infectologista Rosana Richtmann.

Corre o risco de faltar vacina?
O fracionamento foi adotado porque já faltariam vacinas se fosse dada apenas a dose cheia. O Ministério da Saúde informa que, ao fracionar, vai garantir o fornecimento nas regiões de maior risco. Timerman acredita que não há dúvida de que o Brasil vai ter de adotar a vacina universal em algum momento. "Descontando as pessoas que não podem tomar a vacina, isso daria 140 milhões de doses", diz.

Para Renato Kfouri, nesse momento também poderia ser pensado a vacinação para todos. "Mesmo na versão silvestre, a febre amarela já chegou na faixa litorânea e em regiões mais densamente povoadas. Temos gerações que não foram imunizadas porque antes não havia essa necessidade, mas agora seria algo a ser considerado", diz. Por esse motivo, diz Kfouri, a vacina contra a febre amarela passará a constar no calendário de imunizações, com todos os bebês acima de 9 meses recebendo a vacina. "A inclusão no calendário vacinal vai gerar imunização nas próximas gerações. Como nascem 3 milhões de brasileiros por ano, para esse número, há vacina", comenta.

A forma da febre amarela é urbana ou silvestre?
Não há indícios de que o Aedes Aegypti esteja transmitindo a febre amarela e, por isso, a forma da doença é silvestre (transmitida por mosquitos que ficam à beira do rio), explica Marcos Boulos, infectologista e coordenador de Controle de Doenças da Secretaria de Saúde de São Paulo.

Ele informa que o estado de São Paulo faz uma vigilância constante no Aedes para verificar sua capacidade de transmissão – e não foi encontrada a presença do vírus da febre amarela no mosquito.

“Se tivéssemos a forma urbana, teríamos muito mais casos, milhares”, diz Marcos Boulos. “Esse Aedes que chegou ao Brasil na década de 70 perdeu a competitividade com a febre amarela”, explica.

Também o Ministério da Saúde divulga que a forma da doença circulante no Brasil é a silvestre e que a forma urbana da doença (transmitida pelo Aedes) foi identificada pela última vez em 1942.

Quais são os sintomas da febre amarela? Como ela é transmitida?
As primeiras manifestações são inespecíficas (já que podem ser confundidas com outras doenças). Atingidos podem apresentar, no entanto, febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias, mas a maioria das pessoas melhora após esse período, informa a Fiocruz.

Já a forma mais grave da doença é rara e costuma aparecer após um breve período de bem-estar (até dois dias), quando podem ocorrer insuficiências hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados), manifestações hemorrágicas e cansaço intenso.

A doença é transmitida quando um mosquito pica um humano ou macaco infectado e, depois, com o vírus em seu organismo, volta a picar uma pessoa ou animal.

Fonte: Por Monique Oliveira, G1