segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Enfermeira que matou Yorkshire é condenada a pagar 20 mil


A juíza Marina Cardoso Buchdid, da 2ª Vara Cível, das Fazendas Públicas e de Registros Públicos de Formosa, condenou a enfermeira acusada de matar um cachorro da raça yorkshire em 2012. Ela terá que pagar o valor de R$ 20 mil de indenização por danos morais coletivos. Essa quantia será destinada para o Fundo Municipal do Meio Ambiente e está sujeita a correção monetária e juros.

Em 2012, a Polícia Civil de Formosa (GO), região do Entorno do Distrito Federal, passou a investigar a morte do cachorro depois que ele foi espancado por uma enfermeira no dia 13 de novembro. O animal morreu dois dias após a agressão, que foi registrada em vídeo e chocou o país.

Na época, a vizinha da enfermeira que gravou as imagens disse à polícia que as agressões ao cachorro eram constantes.

Depois, o Ministério Público, por meio do promotor de Justiça, Heráclito d'Abadia Camargo ingressou com ação civil pública contra a agressora do animal por danos ambientais (a proteção da fauna está incluída na Lei dos Crimes Ambientais). A sentença relata a indignação generalizada que as imagens causaram ao país. — O que reflete os sentimentos de tristeza e incredulidade com o comportamento da raça humana que dominaram a população brasileira, afirmou a juíza.

A magistrada afirmou ainda que nos vídeos fica claro que a agressora, numa primeira oportunidade, “desferiu chutes com agressividade, agarrou a cadelinha por seus pelos e arremessou o animal ao solo com brutalidade, valendo-se de um balde para agredir o animal e colocando esse mesmo objeto em cima dela. Além disso, anteriormente, ao alimentar a yorkshire, empurrou-a contra a parede e colocou, mais uma vez, o balde sobre o animal, levando-a até o pátio do condomínio, segurou seu pescoço e arremessou-a contra o solo, ceifando sua vida”. Finalizou a magistrada.

Todas essas ações, segundo destacou a sentença, foram praticadas na frente da filha da agressora, que, na época, tinha apenas 1 ano e meio de idade. Diante disso, a promotora decidiu acolher o pedido feito pelo MP em 2012, para que a agressora pagasse indenização por danos morais coletivos. 

A enfermeira respondeu ainda a uma ação penal pelo crime, na qual foi condenada à prestação de serviços à comunidade (370 horas) e pagamento de multa de R$ 2,8 mil.

Fonte: Lilian Rockenbach


PS: ASSIM DEVERIAM SER TODAS AS SENTENÇAS A TODAS AS PESSOAS QUE FAZEM MALDADES CONTRA NOSSOS ANIMAIS. MESMO ASSIM SERIA POUCO, NO CASO DESSA ENFERMEIRA (COMO PODEMOS CONFIAR UM TRATAMENTO DIGNO AOS PACIENTES QUE ESTÃO EM SUAS MÃOS?), DEVERIA SER COLOCADA TAMBÉM, ATRAS DAS GRADES PELO MESMO NUMERO DE MULTA (20 ANOS), PARA APRENDER A RESPEITAR E AMAR A VIDA QUE DEUS CRIOU. QUE OUTRAS PUNIÇÕES JUSTAS COMO ESTA SEJAM TOMADAS CONTRA SERES DESUMANOS POR JUÍZES E PROMOTORES DA JUSTIÇA. 

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