sexta-feira, 20 de maio de 2016

Córregos agonizam por descaso dos órgãos competentes

lixos, pneus velhos etc, sujam nossos córregos
Pilar do Sul é cortado por vários córregos que deveriam correr e mitigar a sede da população, da fauna e da flora na época de sua fundação. No entanto, nesses 139 anos recém comemorados, o que se vê é a degradação desses imprescindíveis “corpos de água” para a manutenção e existência das bacias hidrográficas, devido ao seu papel de fluxo d’água. Essas pequenas passagens de água corrente são, ainda, responsáveis pelo início da formação de um rio.

Torna-se irônico o codinome de “Nascentes das Águas” para Pilar do Sul que não cuida, não preserva e condena à morte córregos e riachos.

No leito do Córrego do Peixinho, margeado pela Avenida Ivone Antunes de Campos há uma profusão de lixo impedindo a pouca água que resta de fluir; pneus, restos de tubulações, dentre outros objetos descartados pela população e o mato que cobre totalmente o córrego, é a paisagem que traz indignação e tristeza a quem por lá passa.
 
mato cobre totalmente o córrego impedindo o fluxo da água
No Córrego da Passagem, margeado pela Avenida José de Nóbrega, há pontes que caíram em 2009, no início da gestão do então prefeito Antonio José Pereira (toninho da Padaria) e que não foram refeitas nem na gestão citada, nem na gestão que esta se encerrando em dezembro de 2016.

Também ali proliferam os descartes de restos de material de construção em suas margens e muito lixo em seu leito. Há, ainda, denúncia dos moradores de esgotos sendo despejados no córrego. Tanto uma das pontes que caíram com as fortes chuvas de janeiro (competência da prefeitura) como a tubulação (competência da Sabesp), estão ali abandonadas desde então.



Além dos córregos citados há, também, o Córrego do Leme (Bairro São Manoel); do Campo Grande (próximo estrada para o Bairro Chapadão) e do Araujo (próximo à Escola Estadual Profª. Maria Ap. Rechinelli Modanezi).

O assoreamento dos córregos é visível, além do capim que cresce e toma conta do que um dia foi água, fonte da vida, fluindo.

A população alia-se ao poder público e degrada esses importantes condutores de água e patrimônio de todos. Se não forem tomadas medidas urgentes para conter a degradação, conscientizar a população da importância de preservar e cuidar do que ainda resta dos córregos, muito breve estarão mortos, empobrecendo o meio ambiente e privando a todos do bem precioso à vida, “a água”.



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